então, me diz... se deixar morrer por amor, é pecado?
pois eu, que amo tanto... sinto a saudade me matar ( ela vem assim, me matando aos poucos, em cada fração de segundo, me consumindo ).
e sinceramente, acho, que morrer não seria tão ruim... já que nada faz sentido sem você aqui.
8 do infinito, o infinito da saudade :~
é preciso adubar, depois plantar, e depois regar, e ai irá acontecer, se elas virão ou não... eu não sei, mas hoje cultivo, e talvez amanhã eu deixe secar.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010

Preciso te dizer, que sinto sua falta até quando você está do meu lado, mas eu sei que só faltam alguns minutos para estarmos ausentes.
Mas preciso que tu saibas também... que mesmo longe, por dias e dias, te faço presente aqui, pois você tem sido a pecinha chave, que me completa.
O senhor das borboletas que habitam esse jardim, o dono do sorriso que iluminaria a cidade inteira, e o único que me leva ao céu e ao inferno em questão de segundos.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Meio a Meio, meio-seco

Vazio/cheio;
muito/pouco;
alegria/tristeza;
angústia/angústia...
No meu meio-a-meio, só há espaço para extremidades. Ou é, ou não é.
O que faz falta, faz TANTA falta, que o que não importa, chega a não existir.
Mas o problema existe mesmo é nas coisas que faço questão...
No abraço, no amigo, no abraço-amigo, no sorriso, no fazer dar risadas, no bem estar, nos planos, nos sonhos, na utopia!
Tem dias que nem todos os tons podem colorir, nem toda a aquarela é capaz de dar cor.
Quem é companhia? Não sei, tanto faz... não vou ligar, não vou procurar... Hoje decidi ser egoísta - mas é porque ontem rolei na cama pensando demais, e vi que estava sozinha - e deixar o vento me levar, vou com o vento.
Algumas plantas mortas, servem como adubo... então no fim, isso é bom, não?
Não sou eu quem vai te dizer... mas as minhas malas estão prontas, esperando a hora certa de tomarem rumo, com todos aqueles velhos e os novos sonhos dentro, cheias de sementes de lindas flores, pra plantar no meu jardim, quando algumas outras já estiverem mortas... porque hoje eu decidi ser mais forte que eu mesma, e deixar secar.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Espécies raras e/ou extintas - 1

RAROS
Suélem e Otávio.
Yalorixá e Babalaô.
Pai e Mãe.
Orgulho&Exemplo.
No meu jardim, tem de tudin um pouco... e até do comum, eu tirei o especial.
Nesse jardim, tão meu, que luto dia após dia pra cultivar com tanto amor, sem deixar secar... existem duas arvores grandes, dessas enormes mesmo, que a raiz se craveja cada vez mais fundo na terra desse meu coração.
Eu pude escolher uma mãe e um pai, fora os de sangue que Deus me permitiu. Mas sou agraciada por poder dizer que além de escolher, também fui escolhida...
E essas duas arvores que se completam, e uma não existe sem a outra - com o perdão da frase, mas eu sei que vocês dois também concordam com isso, pois vocês coexistem -, são espécies tão raras, mais tão raras, que pessoas rodam anos tentando achar e não conseguem, alguns dedicam a vida a destruir, e também NÃO conseguem, e jamais irão conseguir.
Oxalá quando colocou vocês no mundo, estava irradiando uma das energias mais lindas... que só poderia resultar na pessoa que vou conhecendo a cada dia em vocês...
E essas duas arvores de especie rara, agora com o inicio da primavera estão florindo... e muito em breve vem os frutos, e dos grãos que se caem irão poder ver novas plantinhas nascer, desse misto de vocês dois.
Não há palavras pra toda a raridade e a singularidade de vocês dois, então o que me resta a fazer, é cuidar muito bem dessas duas arvores do meu jardim.
Com amor... da sua filha de Fé.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O dia mais feliz, e mais vazio...
Ironia do destino, ou não [...]
Está chegando o "meu-grande-dia", aquele que vai ser o mais feliz
e ao mesmo tempo, o mais vazio.
Mas sei que teus olhos me guiam de onde estiver, e no fim, é isso que importa, não é?
É uma mistura de doce e amargo, que eu não sei definir
Mas uma coisa posso dizer:
"Pai, estou feliz por estar firmando a minha missão com o Senhor!"
Está chegando o "meu-grande-dia", aquele que vai ser o mais feliz
e ao mesmo tempo, o mais vazio.
Mas sei que teus olhos me guiam de onde estiver, e no fim, é isso que importa, não é?
É uma mistura de doce e amargo, que eu não sei definir
Mas uma coisa posso dizer:
"Pai, estou feliz por estar firmando a minha missão com o Senhor!"
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Me recuso... mas me entrego, se pedir.

O quanto é difícil aceitar, quando me olho no espelho, e vejo que meus olhos brilham da cor da paixão.
Me recuso a aceitar, prefiro não acreditar que me permiti cair nos laços dos sentimentos inconstantes, que pegam fogo, consomem, que ardem, que nos deliciam...
Mas o maior problema mesmo, são teus jogos. Esse teu vai-não-vai!
Se tu vens aqui, e me diz:"Olha toda vez que penso em você, as Borboletas visitam meu estômago, e meu jardim floresce e se perfuma", eu me entregaria, me jogaria de cara do 17º andar, acreditando que teus braços poderiam me segurar.
Mas o problema é que tu não vem, não é sincero, não é direto, não pára com o jogo... e as MINHAS Borboletas enlouquecem...
Pensam em suicídio, tentam arrancar as próprias asas, se jogam nas plantas carnívoras... Porque essa indecisão, essa confusão... esse questionamento!
É isso(!): Esse questionamento que fico me fazendo todos os dias: ele me dilacera... e é por isso que me recuso.
Por isso, todos os dias, quando levanto e olho no espelho, paro... e repito a mim mesma: "Não, sua tola, isso não é nada... a brisa vai levar embora, é só você deixar que ela leve. Se recuse a aceitar. Se recuse a permitir... Se recuse, se recuse!!!"
Mas com seus joguinhos, tu vens de mansinho, e eu me-entrego-não-me-entregando.
Então é só pedir, que eu vou...
Eu me recuso, mas se me pedires, me entrego, e te entrego todo esse sentimento que trava uma batalha entre os gritos e o silêncio aqui dentro.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
E agora?
-Você deve se jogar, sem medos... é preciso se machucar também, para sentir-se vivo.
-Mas eu não posso!
-Como isso?
-Na minha vida, não há tempo para ser uma bonequinha, ou uma garota frágil... no meu mundo, isso não cabe.
E aí que eu decidi fugir... "correr pra bem longe".
Eu já conheço esse jogo, já jogue uma vez, e me dei mal.
Não quero mas jogar, eu não suporto joguinhos.
Ser direta as vezes assustas, mas eu prefiro as coisas as claras, sabe?
"quando tu vai na vendinha, e dá 2 reais pra comprar 6 ovos, tu sabes que irá receber 6 ovos, nem a mais e nem a menos"
-Eu já sei isso de cor... haha
-Ok, desculpa. É que eu estou naquela ponto, onde um passo a mais, me torno frágil, onde perco o controle da situação plenamente...
Pensei, pensei... pensei demais.
Tirei conclusões, fiz comparações, e aí decidi.
Então o telefone toca no decorrer do dia, e eu sei que é você!
Faltou coragem pra responder? Por que tu não falou nada? Tudo bem, tudo certo, como dois e dois são cinco.
Estou construindo um murinho aqui, pra me separar de você, tá?! Então por favor, não ligue se as coisas mudarem....
Mas aí, sem mais e nem menos, o telefone tocou, e dessa vez ele respondeu... Eu já sabia que era você antes mesmo de anteder, mas só o teu "Oi!" já bota o brilho de volta em meu olhar... e como um castelo de cartas, o murinho se desfaz.
Aí eu aproveito pra correr, enquanto você não se faz presente por perto (além de apenas em meus pensamentos), pra ver se dá tempo de refazer o meu "murinho" e até deixar ele maior, até você voltar...
Por( )que eu preciso resistir(?)!
Não dá pra jogar com você, pois só a sua lembrança já consegue desequilibrar todas as minhas estrategias.
E agora?
Me diz, eu te peço, E AGORA?
-Mas eu não posso!
-Como isso?
-Na minha vida, não há tempo para ser uma bonequinha, ou uma garota frágil... no meu mundo, isso não cabe.
E aí que eu decidi fugir... "correr pra bem longe".
Eu já conheço esse jogo, já jogue uma vez, e me dei mal.
Não quero mas jogar, eu não suporto joguinhos.
Ser direta as vezes assustas, mas eu prefiro as coisas as claras, sabe?
"quando tu vai na vendinha, e dá 2 reais pra comprar 6 ovos, tu sabes que irá receber 6 ovos, nem a mais e nem a menos"
-Eu já sei isso de cor... haha
-Ok, desculpa. É que eu estou naquela ponto, onde um passo a mais, me torno frágil, onde perco o controle da situação plenamente...
Pensei, pensei... pensei demais.
Tirei conclusões, fiz comparações, e aí decidi.
Então o telefone toca no decorrer do dia, e eu sei que é você!
Faltou coragem pra responder? Por que tu não falou nada? Tudo bem, tudo certo, como dois e dois são cinco.
Estou construindo um murinho aqui, pra me separar de você, tá?! Então por favor, não ligue se as coisas mudarem....
Mas aí, sem mais e nem menos, o telefone tocou, e dessa vez ele respondeu... Eu já sabia que era você antes mesmo de anteder, mas só o teu "Oi!" já bota o brilho de volta em meu olhar... e como um castelo de cartas, o murinho se desfaz.
Aí eu aproveito pra correr, enquanto você não se faz presente por perto (além de apenas em meus pensamentos), pra ver se dá tempo de refazer o meu "murinho" e até deixar ele maior, até você voltar...
Por( )que eu preciso resistir(?)!
Não dá pra jogar com você, pois só a sua lembrança já consegue desequilibrar todas as minhas estrategias.
E agora?
Me diz, eu te peço, E AGORA?
o MEU segredo, é Ele.
Nada temerei, pois sei que Ele estará comigo, SEMPRE.
-Esse é o meu segredo!
Então não precisa me mandarem seus pensametos negativos, me desejando o mal e me invejando... apenas entendam que quando se tem Deus no coração, pode estremecer a terra, que Ele mantém nossos pés firmes, sempre.
sábado, 11 de setembro de 2010
ele me pediu um pouquinho de amor, para suprir sua carência...
e aí eu disse: já dei tudo o que tinha pra dar, o resto tu jogou fora quando soltou minhas mãos e nem sequer olhou para trás.
agora eu remo o barco sozinha, e já vejo ali meio distante, porém cheio de cores, um novo porto.
-isso é o fim?
-não!
-como não?
-o meu sentimento nunca acabou, mas guardei ele em uma caixinha, e escondi tão bem escondido para que ele não me atormentasse mais, que me esqueci onde deixei.
-eu te amei...
-eu ainda te amo, mas não te quero na minha vida. quero um novo amor, para amar... e já o vejo ali, sorrindo.
e aí eu disse: já dei tudo o que tinha pra dar, o resto tu jogou fora quando soltou minhas mãos e nem sequer olhou para trás.
agora eu remo o barco sozinha, e já vejo ali meio distante, porém cheio de cores, um novo porto.
-isso é o fim?
-não!
-como não?
-o meu sentimento nunca acabou, mas guardei ele em uma caixinha, e escondi tão bem escondido para que ele não me atormentasse mais, que me esqueci onde deixei.
-eu te amei...
-eu ainda te amo, mas não te quero na minha vida. quero um novo amor, para amar... e já o vejo ali, sorrindo.
Sabado de Sol e Flores...
Amanheceu um dia lindo, ainda que as trevas tenham tentado me dominar pela noite.
A casa está cheia de flores, e junto ao seu perfume, se mistura o dos incensos...
Minha Borboleta faz rodeios, faz jogos, finge que não e demonstra que sim, finge que sim e demonstra que não...
Mas eu não ligo, quando ela vem pertinho e pousa aqui nas minhas flores, sorrindo...
O mundo e tudo mais que existir perde o sentido, pois só consigo ser irradiada pelo brilho daquele sorriso.
O Sol entra na minha janela... respiro fundo... É SABADO! É dia de sair, e rir... tem Sol, tem Flores...
Estou envolvida em todo esse clima, que quase me perto, mas lembro de tua voz que me chama, e me acho!
A casa está cheia de flores, e junto ao seu perfume, se mistura o dos incensos...
Minha Borboleta faz rodeios, faz jogos, finge que não e demonstra que sim, finge que sim e demonstra que não...
Mas eu não ligo, quando ela vem pertinho e pousa aqui nas minhas flores, sorrindo...
O mundo e tudo mais que existir perde o sentido, pois só consigo ser irradiada pelo brilho daquele sorriso.
O Sol entra na minha janela... respiro fundo... É SABADO! É dia de sair, e rir... tem Sol, tem Flores...
Estou envolvida em todo esse clima, que quase me perto, mas lembro de tua voz que me chama, e me acho!
domingo, 5 de setembro de 2010
"Everything I do I give my heart and soul"

Olha aqui, mas olha bem, eu não vou repetir:
Esta sou eu, este Jardim é meu, esse casulo sou EU, mas ele está cheio das melhores coisas que TU (só porque você odeia quando eu falo TU) poder imaginar.
E é por isso que me dou de coração e alma, eu me entrego sim... ainda que parte de tu não mereça! Existe uma parte que só aquele que consegue ver a alma do outro em seus olhos, consegue ver, e é por essa parte que eu lhe digo :"every(little)fuckingthing I do, I give my heart and my soul!"
Entedeu?
Bom, já é o começo...
sábado, 4 de setembro de 2010
As malas...
Se for para vir, que venha para ficar.
Traga suas malas, suas coisas, seus sonhos e pesadelos, traga os sorrisos e também as lágrimas que dessas cuido eu.
Eu não tenho tempo pra joguinhos, pra idas e vindas.
Ou é, ou não é!
Não bata a minha porta com apenas uma malinha nas mãos, com poucas coisas, "apenas para um fim-de-semana".
Mantenho sim, ainda que não devesse, as portas, as janelas, e até a tampa da chaminé fechadas... Não quero o que não fica, o que é passageiro, o que vem no plural, o que é comunitário.
Me venha singular, impar, me venha!
Ai então, eu te vejo daqui de dentro da casa do meu jardim pelas janelas transparentes, entre as rendas da cortina, com a cara de bobo, e o sorriso de raios de sol, e só assim eu andaria até a porta e a abriria para ti.
Te carrego nas costas, se precisar, levo a minha e a tua cruz, aliviaria o teu fardo, sem pestanejar... mas apenas se tu me viesse de "mala e cuia".
Cultivo o meu jardim aqui dentro, trancafiado, no egoísmo do meu ser, porque as Borboletas tem vida curta, sim eu sei, mas quando eu abrir a porta e ver TODAS as malas frente a ela, aí eu abro as janelas, faço ventar, canto para garoar(...) só para dar a essas Borboletas um lindo arco-íris.
Você não entendeu ainda? Como não consegue entender o que eu deixo tão obvio?!
- SÓ me venha se for com todas as malas, com todas as bolsas, todas as quinquilharias e trecos teus, SÓ me venha se for inteiro, se for para ficar... nem que seja até que as Borboletas já então fadigadas, se deixem morrer para virar pequenas estatuazinhas da coleção. Pois se não for assim... eu não quero, NÃO NÃO!
*-_-* Panda - Mala como El Veneno (engraçado como Mala em espanhol, é MAL, e eu lhe peço para vir com todas suas MALAS.)
Traga suas malas, suas coisas, seus sonhos e pesadelos, traga os sorrisos e também as lágrimas que dessas cuido eu.
Eu não tenho tempo pra joguinhos, pra idas e vindas.
Ou é, ou não é!
Não bata a minha porta com apenas uma malinha nas mãos, com poucas coisas, "apenas para um fim-de-semana".
Mantenho sim, ainda que não devesse, as portas, as janelas, e até a tampa da chaminé fechadas... Não quero o que não fica, o que é passageiro, o que vem no plural, o que é comunitário.
Me venha singular, impar, me venha!
Ai então, eu te vejo daqui de dentro da casa do meu jardim pelas janelas transparentes, entre as rendas da cortina, com a cara de bobo, e o sorriso de raios de sol, e só assim eu andaria até a porta e a abriria para ti.
Te carrego nas costas, se precisar, levo a minha e a tua cruz, aliviaria o teu fardo, sem pestanejar... mas apenas se tu me viesse de "mala e cuia".
Cultivo o meu jardim aqui dentro, trancafiado, no egoísmo do meu ser, porque as Borboletas tem vida curta, sim eu sei, mas quando eu abrir a porta e ver TODAS as malas frente a ela, aí eu abro as janelas, faço ventar, canto para garoar(...) só para dar a essas Borboletas um lindo arco-íris.
Você não entendeu ainda? Como não consegue entender o que eu deixo tão obvio?!
- SÓ me venha se for com todas as malas, com todas as bolsas, todas as quinquilharias e trecos teus, SÓ me venha se for inteiro, se for para ficar... nem que seja até que as Borboletas já então fadigadas, se deixem morrer para virar pequenas estatuazinhas da coleção. Pois se não for assim... eu não quero, NÃO NÃO!
*-_-* Panda - Mala como El Veneno (engraçado como Mala em espanhol, é MAL, e eu lhe peço para vir com todas suas MALAS.)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Vai estrelinha...

Eu que de tanto falar, nada digo... resolvo então escrever, e me deixar ver (...)
Porque o ato de escrever mesmo, nunca saiu de mim. Já perdi as contas dos meios que uso para "arquivar" meus desabafos, sem que ninguém possa ver.
Mas hoje raiou um sol tão lindo, que me dizia:
"Vai estrelinha, brilha e se deixe ver!"
(...)
Então cá está, a Borboletinha saindo de seu casulo, procurando Jardins para visitar.
Se vou encontrar ou não, ninguém pode dizer... mas tentar e arriscar é sempre meu hobby (silencioso! Então: Shhhh! Não conte a ninguém, tá?).
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